domingo, 7 de novembro de 2021

Biodiversidade: A Riqueza Da Vida Na Terra




    A biodiversidade é um dos pilares fundamentais que sustentam a vida na Terra. Refere-se à variedade de vida encontrada em nosso planeta, incluindo todas as plantas, animais, fungos e microrganismos, bem como os ecossistemas em que vivem. 

  Neste post, exploraremos a importância da biodiversidade, os diferentes níveis de diversidade e os desafios que enfrentamos na sua conservação.

 O Que é Biodiversidade?

    A biodiversidade abrange três componentes principais: diversidade genética, diversidade de espécies e diversidade de ecossistemas.

   A diversidade genética refere-se à variedade de genes dentro de uma espécie, essencial para a adaptação e evolução das populações.

  A diversidade de espécies abrange o número e a variedade de diferentes espécies em um determinado ambiente. Já a diversidade de ecossistemas envolve os diferentes tipos de habitats e paisagens, cada um com suas próprias comunidades biológicas.

 Importância da Biodiversidade

   A biodiversidade desempenha papéis cruciais em muitos aspectos da vida humana. Ecossistemas saudáveis e diversos fornecem serviços ecossistêmicos essenciais, como a purificação do ar e da água, a fertilização do solo e a regulação do clima.

 Além disso, muitos recursos importantes para a alimentação, medicina, materiais de construção e energia provêm de organismos encontrados na natureza.

   A biodiversidade também contribui para o bem-estar humano, proporcionando oportunidades para recreação, turismo e conexão espiritual com o mundo natural.

Ameaças à Biodiversidade

   Infelizmente, a biodiversidade está enfrentando crescentes ameaças devido à atividade humana. A destruição de habitats, a poluição, as mudanças climáticas, a introdução de espécies invasoras e a exploração insustentável dos recursos naturais são algumas das principais causas da perda de biodiversidade.

  Essas ameaças colocam em risco não apenas a variedade de vida na Terra, mas também a capacidade dos ecossistemas de fornecer serviços vitais para a sociedade humana.

  A preservação da biodiversidade é essencial para garantir um futuro sustentável para todos os seres vivos no planeta. É crucial adotar práticas de desenvolvimento sustentável que respeitem e protejam os ecossistemas naturais. 

 Além disso, a educação e conscientização pública sobre a importância da biodiversidade são fundamentais para promover a conservação e o uso responsável dos recursos naturais.

   Ao reconhecer e valorizar a diversidade de vida na Terra, podemos garantir não apenas nossa própria sobrevivência, mas também o bem-estar de todas as formas de vida que compartilham conosco este belo planeta.

sexta-feira, 11 de junho de 2021

A Peste Bubônica Que Arrasou A Europa

 

 




   Um bacilo chamado Pasteurelha Pestes foi o causador da terrível moléstia que assolou a Europa toda.

  A bactéria é transmitida pelas pulgas dos roedores (ratos), mas pode contaminar outros animais inclusive o homem. A peste manifestou, no início, com a morte um número inusitado ratos em    Messina.

  Os moradores estranharam o fato, mas só se deram conta do perigo quando a doença começou a contaminar a população. Um pequeno tumor nas pernas ou nos braços, do tamanho de uma lentilha era a marca prenunciada da morte rápida. 

 Em menos de três dias, a pequena ferida espalhava-se por todo o corpo da pessoa contaminada. Quando o doente passava a vomitar sangue, era sinal de que a bactéria penetrará nos aparelhos digestivos e respiratório dificultando a respiração.

  A vítima falecia em poucas horas. Os mortos eram enterrados em valas comuns, e nem havia tempo para chorá-los. 

  Os médicos recusavam a tratar dos doentes, pois eles tinham receio de contaminar-se, pois a doença era completamente desconhecida e se alastrava com muita rapidez e não escolhiam suas vítimas.

   Naquela época não havia nos Manuais da Medicina nenhum relato sobre uma doença tão terrível como essa. 

  Ouve várias hipóteses: os sábios franceses acreditavam que essa doença era provocada pelos terremotos que estavam abalando vastos territórios no Extremo Oriente e estava contaminando o ar, e era preciso purificar urgente o ar contaminado. 

   E enormes fogueiras foram acesas por toda a Europa, com o objetivo de purificar a atmosfera. Tudo foi inútil, pois a peste continuava a dizimar milhares de pessoas todos os dias.

  A peste foi introduzida na Europa através do Porto Siciliano de Messina através dos marinheiros de navios chegados da Ásia (1.347), eles haviam se contaminados durante a viagem.

   Os poucos marinheiros que sobreviveram a peste, foram expulsos da cidade, mas isso não impediu que toda a Europa sofresse os efeitos da terrível praga.

  Não se tratava “ ira Divina”, mas das péssimas condições de higiene no final da idade média. O perigo da contaminação levou populações inteiras a abandonar as cidades e irem a direção dos campos.

  Só que com eles foram muitas pessoas contaminadas pela doença, e o Continente Europeu todo ficou contaminado e calcula-se que 25 milhões ou mais foram dizimados pela peste. 

  Muitos ficaram tão desorientados e com medo, que abandonaram suas propriedades e passaram a viverem como nômades, vagando sem destino certo por diferentes países da Europa.

  A catástrofe afetou terrivelmente toda a economia, e muitos não tinham mais empregos, alimentos, agasalhos, nada, só miséria e fome por todos os lados, aumentando bandos de famintos que saqueavam mercados, casas e colocava terror nas cidades e vilas. 

 Muitas vilas foram abandonadas e desapareceram do mapa, o desespero era muito grande, e fazia as pessoas procurar um lugar seguro para escapar da morte. O que mantinham eles em pé eram a fé, eles buscavam em Deus uma resposta por tamanho sofrimento.

  Seiscentos e setenta e quatro anos se passaram, e hoje estamos passando pela mesma situação com a Covid que assolou o mundo todo. E até agora tudo ainda é incerto, e contamos apenas com as vacinas, mais que não é a cura total. 

  No meu ponto de vista, precisamos investir mais em Pesquisas Científicas, hospitais de qualidade, acabar com a corrupção que mata milhões de pessoas pelo mundo, entre outros.

terça-feira, 1 de junho de 2021

Concurso Internacional De Arte - O Pensador 2021

 


Escola de Educação Infantil E Ensino Fundamental Primeiros Passos

Diretora e Idealizadora do Concurso: Teresa Gomes de Deus

 

Regulamento do 1º Concurso Internacional de Arte da Escola de Educação Infantil e Ensino Fundamental Primeiros Passos – 2021

 

1.       Do Concurso:

    A Escola de Educação Infantil e Ensino Fundamental Primeiros Passos, situada na cidade de Ibitinga, Estado de São Paulo, Brasil, está fazendo o seu primeiro Concurso Internacional Virtual de Arte, visando incentivar alunos e professores nessa grande Pandemia Global da Covid-19, a compartilharem e interagirem uns com os outros por meio da arte, incentivando todos a mostrarem as suas habilidades artísticas através da escultura.

 

2.     Tema:

    O tema da escultura do concurso é a obra do grande escultor Auguste Rodin: “O Pensador”.

 

3.     Das Categorias:

   O concurso está aberto para três categorias: Ensino Fundamental I (dos 6 aos 10 anos de idade); Ensino Fundamental II (dos 11 aos 15 anos de idade) e Ensino Médio (dos 16 aos 18 anos de idade).

 

4.     Da Inscrição e dos Prazos:

   A ficha de inscrição e a autorização dos pais para preencher estão disponíveis no blog da escola: https://escolaprimeirospassosibitinga.blogspot.com/

    A escola que irá participar do concurso deverá enviar a ficha e a autorização dos pais ou responsáveis preenchida e escaneada pelo e-mail da escola até a data: 28/06/2021. e-mail: escola.primeiros.passos@hotmail.com

  Da entrega do trabalho:  O trabalho deverá ser entregue de forma virtual até o dia 15/09/2001 também pelo e-mail da escola.


5.     Da Escultura:

  Os alunos deverão fazer uma escultura baseada na obra do artista Auguste Rodin: “O Pensador”. A escultura poderá ser feita em tamanho pequeno ou médio.  Deverá ser feita em argila e recoberta depois de seca, com massa de biscuit ou similar, para dar expressão e leveza a peça.

   A escultura deverá ser feita pelo aluno com o auxílio do seu professor de arte e terá que ser catalogada com o nome do aluno, série, turma e escola e país de origem.


6.     Da avaliação:

   O Concurso visa a integração de todos e pretende avaliar o melhor trabalho. A avaliação será feita por uma comissão de professoras formadas em Arte, com muito critério e carinho todos os trabalhos.

                                                            

7.      Os critérios a serem avaliados:

 

·         Criatividade.

·         Qualidade.

·         Estética.

·         Percepção de volume.

·         Os alunos serão avaliados dentro das categorias que se inscreverem: Ensino Fundamental I (dos 6 aos 10 anos de idade); Ensino Fundamental II (dos 11 aos 15 anos de idade) e Ensino Médio (dos 16 aos 18 anos de idade).

 

8.     Do Resultado e Premiação:

      Os alunos participantes que ganharem o 1° e o 2° lugar de sua categoria, receberão, cada um deles como prêmio: um livro de Arte e um Diploma de Participação.

     Os demais participantes receberão Diplomas por participação.

 

9.     Das Disposição Finais:

     Todos os trabalhos serão amplamente divulgados nas mídias e redes sociais. Ao final do concurso, faremos uma exposição das obras de arte realizadas pelos alunos no Blog da Escola de Educação Infantil e Ensino Fundamental Primeiros Passos.

 

                                                                                 

A Infância Do Grande Escultor: Auguste Rodin


    Obra original de David Weiss- Ano: 1.963.

    O senhor Jean-Baptista Rodin era um camponês da Normandia que se mudou para Paris em busca de uma vida melhor para sua família.  

   Ele não esperava jamais que aos trinta e oito anos de idade, viria ser pai de um varão, e exultava de alegria, já que eles tinham duas filhas, sendo Clotilde do primeiro casamento do seu pai, e Maria que era filha dos seus pais.

   Quando Auguste nasceu foi um momento casamento do de grande alegria aos seus pais, que logo o registrou com o nome de François Auguste Rodin.

   Seus pais eram muitos pobres, e vieram morarem numa casa velha caindo aos pedaços, e tinham de subirem cento e um degraus para chegar a sua casa.  

  O lugar era muito parecido com uma favela, aonde tinham muitas pessoas sem profissões e marginalizadas pela sociedade.

   Rodin era um menino ruivo, seus cabelos eram tão vermelhos que pareciam fogo, mais era um menino muito saudável, quando ele fez cinco anos, e estava se preparando para ingressar na escola dos Jesuítas, sua tia Thereza deu a ele um lápis de desenho, o que o deixou muito feliz. 

   Ele era um menino tímido, e devido a miopia precisava usar óculos. Devido a sua timidez, não tinha amigos, preferia ficar sozinho desenhando.

   E para isso ele pegava os papeis de embrulhos que vinham embrulhando as compras para fazer seus desenhos, já que seus pais não podiam comprarem cadernos de desenhos para ele, por falta de dinheiro, que era muito escasso naquele tempo. 

  Ele aproveitava os papeis de embrulho, sentava numa cadeira, e colocava seus papeis em cima da mesa, e ficava concentrado fazendo seus desenhos.

  E como o seu pai era tudo para ele, resolveu um dia que iria desenhar o seu pais. Logo que terminou foi correndo mostrar a sua tia Theresa, que adorou ver o desenho que ele acabará de fazer. 

  Poia ele havia desenhado o seu pais com uma cala amarrotada, paletó velho, e cinto largo. Virou rotina, todos os dias ele esperava ansioso sua mãe chegar com as compras, para ele usar os papeis para fazer os seus desenhos.

 Mas ele ficava super feliz, quando sua mãe comprava manteiga, queijo e ovos, pois vinham embrulhados num papel branco, e era excelente para desenhar.

  Um dia sua mãe perguntou:

  __   Auguste, onde está o papel do embrulho? Não temos nada para acender o fogo. Era a sua mãe perguntando. Desse dia em diante ela passou a esconder os papeis de embrulhos, pois a vida para eles naquela época de muita escassez.

   Um dia a mãe chegou com a cesta de compras e tirou o queijo do papel branco. Quando ela virou as costas, Auguste apanhou seus lápis e espichou-se no chão. Espalmou as mãos em cima do papel e traçou o contorno dos dedos, depois, olhando as linhas das próprias mãos, pôs-se a desenhá-las.

    A porta bateu forte e seu pai apareceu e disse:

  ____ Auguste, levante-se do chão agora.  

  O pai amassou o papel muito furioso e chocou dentro da estufa, mais o pequeno Auguste foi até a estufa e pegou o papel todo amassado, alisou-o bem com as mãos e começou a pintar de novo, mais seu pai vendo ele pintando, teve um acesso de fúria e jogou tudo no fogo, e mandou que ele fosse dormir sem ao menos jantar, muito magoado triste ele obedeceu seu pai, sem antes ouvir do seu pai que nunca mais ele iria admitir qualquer desenho dentro de casa, pois  se isso viesse a acontecer, com certeza ele iria dar uma surra que ele jamais esqueceria pelo resto da vida. 

  E comunicou também que era preciso matricular ele logo numa escola, para ele aprender outras coisas. Auguste chorando muito foi para o seu quarto, mas logo a sua mãe muito preocupada levou um prato de sopa bem quente para ele, que por sinal estava uma delícia, pois a sua mãe cozinhava muito bem.

  Desde esse dia sem ter nenhum lápis ou papel para desenhar e pintar, ele começou a usar pedras de carvão que seriam para o fogo, e ia desenhar nos muros lá de fora de sua casa.

   Logo que ele entrou para a Escola dos Jesuítas e era pego desenhando, era imediatamente colocado de castigo, ou apanhava de palmatorias, mesmo assim, ele nunca desistia e fazia caricaturas de todos os professores. 

  Como eles haviam mudados de casa, e desta vez para uma casa melhor, que tinha grandes janelas e do lado de fora da casa existia uma estátua de um cupido, um anjo segurando uma flecha, e Auguste começou a desenha-la, mas seu pai arrancou de suas mãos o desenho e falou;

 ___ Auguste, você não aprende mesmo, vai tão mal na escola, que eu nem sei mais o que faço, você não brinca como todas as crianças da sua idade, passa o tempo todo desenhando e pintando, isso não dá futuro para ninguém meu filho!

  O menino de apenas nove anos de idade, procurava mostrar-se obediente, mas o desenho era a sua fuga desse mundo, quando ele desenhava ou pintava, esquecia dos problemas que havia na sua casa, e começou a matar aulas, pois ele não demostrava muito interesse. 

  Um belo dia isso foi levado ao conhecimento do seu pai, que descobriu que em quatro anos de estudo na escola dos Jesuítas, ele não havia aprendido absolutamente nada, não aprendeu Latim, Redação, e sua letra era simplesmente horrível, para a decepção dos seus pais.

   Diante da fúria do seu pai, Auguste tenta argumentar que não consegue enxergar bem o quadro negro, mais o seu tio mandou dizer ao seu pais que Auguste era ineducável.

   Quanto mais cedo começasse a trabalhar, melhor seria, pois até as suas próprias irmãs riam dele, por ele ter tirado notas tão baixas. E seu pai   do que ele gostaria de trabalhar, ele sem pensar duas vezes disse que gostaria de frequentar uma escola de arte, pois o sonho dele era ser pintor. 

  O pai ficou possesso de raiva, levantou-se para bater nele, mais a mãe procurava de todos os jeitos acalmar a todos, evitando o pior. O pais de Auguste estava muito surpreso com tanta teimosia de seu filho. 

  A sua irmã Maria que estava presente e tinha ouvido tudo, disse ao pai que a Petit Ècole faz mais artesão do que artistas, e com certeza lá ele iria aprender uma profissão. E assim seus pais o levaram até a escola, aonde ele teve que fazer um desenho para provar que merecia estudar na escola.

  Muito nervoso, ele desenhou uma caricatura, mas os dois professores não gostaram muito, e mesmo assim deixaram ele estudar com a turma da manhã, que eram todos principiantes. Eram aulas muito puxadas, das oito da manhã, até ao meio dia escultores do mundo. 

  Mesmo seus pais não tendo dinheiro para comprar paletas de pinturas, e outros matérias necessários ele não desistiu, muitas vezes ele catava do lixo as sobras de bisnagas de tintas de seus amigos mais endinheirados e pintava. 

 O professor vendo a sua perseverança, decidiu ajudar, e começou a dar tintas e tudo o que ele precisava. Um dia ele disse ao seu professor Lecog que iria desistir, pois não tinha dinheiro para comprar os materiais necessários, e também não se sentia feliz com as pinturas.

 O seu professor muito furioso, pediu para ele não desistir, mais ir para a sala de modelagem. O professor Lecog foi pessoalmente com ele até a sala de modelagem, e de repente Auguste sentiu atração pelas estátuas e sentiu vontade de acariciá-las, sentiu o barro entre os dedos fortes, e sentiu novas sensações. 

  Queria gritar de alegria, pois descobriu que era disso que ele gostava, e queria fazer, ele iria se tornar um grande escultor, pensou consigo mesmo. O barro criava vida em suas mãos, e para esculpir na pedra e no aço foi fácil, pois ele já estava preparado, depois de muitos estudos e treinamento.

   E   assim começou a carreira difícil e simples de um gênio que foi um dos maiores escultores de todos os tempos. Só depois de duros conflitos foi que o criador de O Pensador, e o Beijo obteve o reconhecimento que tanto merecia.

   Auguste Rodim foi considerado o Moisés da escultura; ele a fez sair da das pomposas figuras talhadas em mármores com traços angelicais, para o mundo real, modelando o corpo humano com traços que eram julgados feios pelos padrões da época, peles enrugadas, feições rudes, músculos contorcidos. 

 Mas é o espirito, a força vital irresistível, que emerge de suas criações vibrantes, geralmente angustiadas.

  O domínio técnico da forma de Rodin derivou se dá renascença e, em certos casos, diretamente de Miguel Ângelo. Mas o modo pelo qual ele trabalhava as superfícies era inteiramente novo. 

  Seu objetivo era não só comunicar o movimento mas deixar o bronze por fora tão tôsco que pudesse captar o jogo de luz e sombra, e realçar a ilusão da vitalidade irrequieta. A forma de carne viva era para Rodin tão importante, como o ar que ele respirava.

  Essa foi a crítica feito por um grande crítico de arte da época; Emily Genauer, do jornal Herald Tribune de Nova York.

   A obra de arte o” Pensador”, foi a obra prima desse grande escultor.

   A obra o Pensador na visão de Rodin, teria que ser uma obra prima, inesquecível, segundo ele, Miguel Ângelo criou obras inesquecível de imensa beleza, mais o que ele tinha   a fazer, seria algo muito mais grandioso. 

   O homem chegara a pensar, refletia Auguste, só ao cabo dos mais laboriosos esforços, e mesmo assim, pensar era tão doloroso quanto difícil. Pensar era sofrer, era indagar: quem sou eu? Para onde vou?  Porque?

    Auguste refez o modelo em tamanho maior do que o natural, agora convencido de que o homem não era uma criatura civilizada em luta contra um mundo corrompido, porém um ser bruto lutando para escapar ao estado de animalidade e nem sempre se saindo com êxito. 

   Sentia isso especialmente em si mesmo, e chegou a convicção de que o esforço do salto para sair do bicho e ingressar no ser pensante era um fardo muito grande, e por isso a sua estátua deveria de ser modelada duas vezes a altura de um homem, dando a entender a magnitude da luta do homem. 

  Foram meses de muito trabalho e esforço, para terminar essa maravilhosa obra, debateu consigo mesmo de como deveria ficar as mãos da sua estátua, e os gestos, foram batalhas terríveis e muitas noites mal dormidas. 

  Realçou bem a força do gesto e da teimosia, considerando –a típica de uma vida que haveria de ser essencialmente trágica. Deu ênfase a cabeça volumosa e a mão magnífica que suportava tão grande peso.

  E a medida que o “Pensador “ia ganhando vida, Auguste mesmo ia ficando exausto. Quando terminou, estava completamente esgotado. 

  Quando Auguste Rodin chamou um grande amigo seu Carrieri para ser o primeiro a ver a grande obra, esse muito admirado disse:

  ____ Para mim, esse foi o primeiro homem que conseguiu pensar, e o esforço que fez deu a ele a visão do destino trágico de toda a espécie humana. Tanta força para pensar, para ser racional, que luta tremenda! 

 A carne é mais forte do que o espirito, e não obstante o espírito procura emergir da lama, como o corpo emergiu. Seu amigo estava encantado com essa grande obra de arte, e o grande esforço de Auguste Rodin em representar tão bem o homem numa posição de” Pensador”.

segunda-feira, 22 de março de 2021

Questionário Sobre Desenvolvimento Sustentável e Recursos Naturais 5º Ano

       

 



1. O que significa desenvolvimento sustentável?

   

2. Dê exemplos de recursos renováveis.


3. Por que é importante usar recursos renováveis em vez de recursos não renováveis?


4. O que são combustíveis fósseis? Dê exemplos.


5. Como os combustíveis fósseis são formados?


6. Qual é o principal impacto ambiental da extração de combustíveis fósseis?


7. O que é uma matriz energética?


8. Cite três fontes de energia que fazem parte da matriz energética.


9. Explique o ciclo da água de forma simples.


10. Como as mudanças climáticas afetam o planeta Terra?


11. O que é desmatamento?


12. Por que as queimadas são prejudiciais para o meio ambiente?


13. Qual é a diferença entre eletricidade e energia elétrica?


14. O que é energia térmica?


15. Dê um exemplo de como a biomassa pode ser usada para gerar energia.


16. Como a energia eólica é gerada?


17. O que significa consumo consciente de recursos naturais?


18. Dê três dicas de como podemos praticar o consumo consciente no nosso dia a dia.


19. Por que é importante economizar água e energia elétrica?


20. O que podemos fazer para ajudar a proteger o meio ambiente na nossa casa?


Instruções para os alunos:


- Responda as perguntas com suas próprias palavras.

- Se precisar de ajuda, não hesite em perguntar ao professor.

- Use o que aprendeu nas aulas e nas atividades para responder as perguntas.


Esse questionário visa abordar de maneira didática e acessível os temas complexos relacionados ao desenvolvimento sustentável e aos recursos naturais, incentivando o entendimento e a conscientização ambiental desde cedo.

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